Banner

Agenda

Last month May 2012 Next month
M T W T F S S
week 18 1 2 3 4 5 6
week 19 7 8 9 10 11 12 13
week 20 14 15 16 17 18 19 20
week 21 21 22 23 24 25 26 27
week 22 28 29 30 31
You must have Flash Player installed in order to see this player.

¡Ay Haití!

Artistas iberoamericanos cantan unidos por Haití.

 Iberoamerica por haiti en el facebook

Iberoamérica por Haití
Haití, seis meses después PDF Imprimir E-mail
Seg, 12 de Julho de 2010 17:17
Não há tradução disponível.

Jacmel. UN Photo/Logan Abassi

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Seis meses después del terremoto que devastó Haití , un millón y medio de personas sigue viviendo en campamentos provisionales y campos de desplazados. Su realojo es, en estos momentos, la principal prioridad del gobierno haitiano. Preocupa, sobre todo, su situación ante la inminente llegada de las lluvias en plena temporada de huracanes.

 

Millones de escombros

Otra de las prioridades es la limpieza de los 20 millones de metros cúbicos de escombros, consecuencia del terremoto, que entorpecen las tareas de realojo y de reconstrucción del país.

 

250.000 muertos

El 12 de enero la tierra tembló en Haití dejando 250.000 muertos y 300.000 heridos. Cerca de 190.000 viviendas fueron derruidas, así como el 23% de las escuelas del país.

 

Reconstrucción

La Comunidad Internacional, reunida en Santo Domingo el pasado 2 de junio, sentó las bases de la reconstrucción de Haití articulada en cuatro ejes fundamentales: desarrollo económico; ordenamiento y desarrollo territorial; desarrollo institucional; desarrollo social y recuperación cultural y artística.

 

Asimismo, se puso en marcha la Comisión Interina de Reconstrucción de Haití, presidida por el enviado de Naciones Unidas para Haití y ex presidente de Estados Unidos, Bill Clinton, y el primer ministro haitiano, Jean Max Bellerive. Entre sus funciones la canalización de los fondos comprometidos por los donantes internacionales y la supervisión de la reconstrucción del país.

 

Haití, miembro de la Comunidad Iberoamericana

La Comunidad Iberoamericana continúa prestando su ayuda al país caribeño. El pasado 29 de junio, el Secretario General Iberoamericano, Enrique Iglesias confirmaba que Haití formará parte de la Comunidad Iberoamericana como país asociado. Los trámites para su incorporación ya están en marcha.

 

Sistema judicial

Del mismo modo, las Cortes Supremas Iberoamericanas ofrecieron su apoyo a Haití para reconstruir su sistema judicial. Los líderes de los Poderes Judiciales de los países Iberoamericanos decidieron, durante la última Cumbre Judicial Iberoamericana celebrada en Montevideo el pasado mes de abril, prestar a Haití toda la ayuda necesaria para que pueda poner en marcha cuanto antes su sistema judicial.

 

Patrimonio cultural

En el ámbito cultural, el Programa de Apoyo al Desarrollo de Archivos Iberoamericanos (ADAI) ha desarrollado un proyecto para conocer el estado del patrimonio documental y archivístico de Haití tras el terremoto. El plan estará dotado con 17.000 euros.

 

Tras un diagnóstico de la situación, se elaborará una propuesta con las ayudas necesarias que deben adoptarse para evitar el deterioro y posible expolio del patrimonio documental y archivístico haitiano.

 

Sistema educativo

Por último, y como apoyo al sistema educativo haitiano, ell programa de cooperación de Televisión Educativa y Cultural Iberoamericana (TEIb), ha puesto en marcha el proyecto “Haití, aulas virtuales”.

 

Mediante esta iniciativa se pretende colaborar a la mejora de la educación de los niños haitianos. Se habilitarán clases tecnológicamente equipadas para que distintos grupos de alumnos reciban, en tiempo real y de manera simultánea, las clases de un profesor que puede estar ubicado a kilómetros de distancia de los alumnos.

 

Seis meses después queda mucho todavía por hacer. La ayuda internacional sigue siendo fundamental.

 
Haiti, 100 dias depois PDF Imprimir E-mail
Qui, 29 de Abril de 2010 17:03

Passados quase 100 dias do devastador terramoto de 7,3 graus na escala de Richter que destruiu o Haiti, a Missão da ONU no país (Minustah) contabiliza em 250 000 o número de mortos. Cerca de 300 000 pessoas ficaram feridas, enquanto que o número de deslocados devido ao sismo supera o milhão.

Risco de inundações
A Prestes a começar a época dos furacões, as prioridades centram-se, segundo o chefe da Minustah, Edmond Mulet, no realojamento de cerca de 10 000 deslocados, alojados atualmente em zonas de elevado risco de inundação e desmoronamento de terras.

1,3 milhões de pessoas vivem, de acordo com os dados indicados pelo Governo haitiano, em albergues provisórios situados nos arredores de Puerto Príncipe. Outras 500 000 abandonaram a capital à procura de refúgio em outras zonas do país.

15% da população, afetada
O terramoto afetou diretamente 1,5 milhões de haitianos, o que corresponde a 15% da população do país. Por outro lado, milhares de pessoas necessitaram de assistência psicológica.

Os danos materiais atingiram também números elevados. O Governo calcula que 105 000 casas ficaram totalmente destruídas, e que 208 000 foram alvo de graves danos estruturais.

Do mesmo modo, 1 300 escolas e mais de 50 hospitais e centros de saúde ficaram inutilizados. O principal porto do país funciona apenas parcialmente, e uma grande parte dos edifícios públicos, entre eles o Palácio Presidencial, o Parlamento e o Palácio da Justiça desapareceram. 

Perdas milionárias
Estima-se que o valor total dos danos e perdas originados pelo terramoto pode atingir os 7 804 milhões de dólares, um valor superior ao Produto Interno Bruto do Haiti em 2009.

Também o património cultural do país foi enormemente atingido.

Um dos principais museus do Haiti, que albergava a maior coleção de arte naif do mundo, a Galeria Nader, perdeu mais de metade da sua coleção, apenas 400 quadros resistiram intactos ao terramoto.

Neste contexto, os diretores nacionais dos Arquivos de Espanha, da Argentina, do Brasil, da Colômbia, da Costa Rica, do Chile, do México, de Cuba, do Panamá, de Porto Rico, de Portugal, da República Dominicana e do Uruguai decidiram que o Programa ADAI, de apoio ao desenvolvimento de Arquivos Ibero-americanos, implemente um projeto, dotado com 17 000 euros, para avaliar o estado do património documental e arquivístico do Haiti.

A diretora da UNESCO visitou recentemente o Haiti, com o objetivo de avaliar os danos que afetaram o património cultural. Este organismo colaborará com o Governo de forma a re-estabelecer, o mais breve possível, o sistema educativo do país.

BID
No passado dia 23 de março, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) acordou perdoar ao Haiti o total da dívida pendente, ou seja, 479 milhões de dólares. E decidiu também contribuir para a reconstrução do país com 2 000 milhões de dólares sob a forma de doação, valores esses que se efetivarão ao longo dos próximos 10 anos.

9 900 milhões para a reconstrução
Por seu lado, a Comunidade Internacional tornou a ratificar no passado dia 31 de março o seu compromisso no âmbito da reconstrução do país. Durante a Conferência de doadores para o novo futuro do Haiti, realizada em Nova Iorque, os 150 países e organizações internacionais participantes comprometeram-se a doar ao Haiti 9 900 milhões de dólares, dos quais 5 300 serão entregues nos próximos dois anos e a parte restante a longo prazo.

A fim de supervisionar o cumprimento destes compromissos concebeu-se o sítio Web: Plataforma para a Reconstrução do Haiti.

 
Avaliação de danos PDF Imprimir
Qua, 17 de Fevereiro de 2010 18:23

Barrio de Puerto Príncipe después del terremoto. Fotografía: Luis Guillermo Solís. SEGIB.No dia 12 de janeiro de 2010 aconteceu no Haiti a que se considera uma das catástrofes humanitárias mais graves da história recente. Um terremoto, registrado às 16:53 hora local e com epicentro a uns 15 Km da capital, Porto Príncipe, produziu efeitos devastadores nesta e em outras cidades.

Com uma magnitude de 7,0 graus na escala de Richter, o sismo foi sentido no Haiti, República Dominicana, no sudeste de Cuba, no leste da Jamaica, em algumas partes de Porto Rico, nas Bahamas e incluso na Florida e Caracas, Venezuela. Poucas horas mais tarde, registraram-se réplicas de entre 5,9 e 4,5 graus, contabilizando-se atualmente mais de 100 réplicas de diferente intensidade.

Contabilizar o número de vítimas fatais pelo terremoto está resultando una tarefa muito complicada. No obstante, o governo haitiano prevê que a cifra supere as 300.000 mortes, e o número de pessoas feridas estima-se também em mais de 300.000. Assim mesmo, a cifra de pessoas sem lar supera o milhão e o número de danificados aproxima-se aos três milhões.
Momentos depois da tragédia, um elevado número de feridos começou a ser trasladado ao hospital militar argentino em Porto Príncipe, um centro médico portátil instalado na capital que ficou em pé após a sacudida; também foram atendidos nos hospitais móveis que se instalaram na fronteira entre o Haiti e a República Dominicana. Ademais, muitos afetados foram trasladados ao país vizinho através de helicópteros pertencentes força aérea dominicana e de serviços de ambulâncias.
De maneira paralela, as Organizações Não Governamentais (ONG) procederam a instalar unidades móveis de atenção às vítimas. Igualmente, distintos organismos internacionais e governos de todas as latitudes reagiram rapidamente ante a dramática situação. Entre estes os governos da América Latina e do Caribe, que ativaram sua ajuda de emergência.
A Capital do Haiti, Porto Príncipe, foi a cidade mais afetada pelo terremoto. Enquanto as suas infraestruturas, segundo dados do Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICR), o 70% dos edifícios das 15 zonas da capital ficaram destruídos. Nesta porcentagem está incluída a maior parte das construções supostamente mais sólidas da cidade:
- O Palácio Nacional.
- O edifício das Nações Unidas.
- 12 Sedes ministeriais, de um total de 16.
- A Catedral de Porto Príncipe.
- A Residência Episcopal.
- Diversos hotéis e hospitais.

Outras cidades que resultaram também muito afetadas pela sacudida foram Leogane, Petit Goave e Grand Goave, Gressier, Carrefour e Jacmel. Leogane, por exemplo, situada a 30 Km de Porto Príncipe, ficou destruída em mais de um 80% e Jacmel entre um 50% e 60%.

Devido à magnitude da catástrofe, as pessoas sem lar viram-se obrigadas a instalar-se em acampamentos de refugiados que, tanto de maneira oficial como improvisada pelos próprios cidadãos, encontram-se localizados em diversos pontos da capital. Estes acampamentos são recorridos diariamente por pessoal médico e voluntários que tentam paliar de alguma maneira o sofrimento da população.
Com esta catástrofe ficou patente a vulnerabilidade do país frente a desastres naturais com fazem se não obstaculizar qualquer indício de crescimento para a nação. Segundo a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), o Haiti é o país com maior número de mortos e feridos por catástrofes desta índole. A média anual durante o período 2004-2008 estabeleceu-se em 1.473 mortes e 327.052 habitantes diretamente afetados. Mais concretamente, as perdidas e danos ascenderam a 347 milhões de dólares, o que supôs uma porcentagem de 6,8% sobre o PIB.
Finalmente, trás uma primeira revisão da situação no Haiti, os países reunidos na Cúpula de Montreal (Canadá, 25 de janeiro de 2010), estimaram que para sua reconstrução o país necessitaria nos próximos 5 anos uma injeção mínima de 10.000 milhões de dólares. Da mesma maneira manifesta-se um informe apresentado a princípios de fevereiro pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que cifra o custo de restauração entre os 8.000 e 11.000 milhões de dólares. Em resumo, empreender o caminho para a melhora da situação deste país suporá um gasto muito elevado que requererá de compromisso e da solidariedade mundial.

- Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA). Terremoto do Haiti

- Informe do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID): Estimating the Direct Economic Damage of the Earthquake in Haiti

 


Alma templates by Grupo Alma